E abram vossos pulmoes pois temos muitos baloes para encher! A casa está mais colorida do que nunca!! Nina enrolando brigadeiros e todo mundo babando :D Receberemos hoje as criancas do mundo todo... há coracao de sobra para todos! Mariah cuidado com a tinta pra nao espalhar nas paredes!! E assim pegamos um papel bem grandao do tamanho da sala e pintamos nossas maos e nossos pés e vamos todos a criar uma bela obra de arte.. Sorrisos ao ar e uma roupa toda manchada de azul, verde, vermelho e amarelo! Tem balanco e rolamos todo mundo na grama! Mas olha.. chuva! e tudo fica mais gostoso... Agora que ja estamos cansados, manchados, molhados e sem folego deitamos no anoitecer.. e os olhos vao fechando pouco a pouco... delirio de crianca...
E assim sao meus campos... onde os recebo com pleno sorriso.. Estarei pelas flores.. chegue de mansinho... e lhe servirei um café.. Sao assim... calmos e simples... mas enchem meu peito de alegria... Sonhemos..
E sentemo-nos na varanda.. há espaço para todos.. as cadeiras de madeiras até que sao confortáveis.. As conversas fluem.. e imaginem.. o sorriso de Rafa iluminando.. lá na escada está Mariah.. fazendo milhares de bolhas de sabão, uma mais grande que a outra.. já dódis e bê se envolvem em gargalhadas provocando curiosidade no tema.. nina está deitada na rede... brincando com seus óculos.. enquanto conversa com a colombs.. o ambiente se faz calmo com certa canção.. e todos estão em paz.. já eu.. bem.. eu os observo com admiração meus caros amelísticos..
Em minha infancia um livro se fez presente... "James and the Giant Peach"... o li com muito delirio fascinando-me a cada página... Após certo tempo lancaram o filme... um tanto bacaninha... Vou tentar ler o livro novamente quando consiga um tempo extra.. com outros olhos... mas tenho certeza de que o encantamento continua presente..
um belo dia nasce.. abrem-se as janelas com o vento e já se houve um cantar...
Em todo samba que faço Tem espaço, eu ponho o mar Em todo samba que faço Tem espaço, eu ponho o mar Mãe Oxum, me dá licença Que eu gosto de navegar Em todo samba que faço Tem espaço, eu ponho o mar
Marinheiro, ê, marinheiro, á Marinheiro, ê Sol vai se perder no mar
Tu te lembras da partida Acenaste um pano branco Mãos ao ar, fala contida Choro preso em acalanto Deste as costas pra areia Não voltaste nunca mais E hoje eu rezo pra Sereia Devolver a minha paz
Marinheiro, ê, marinheiro, á Marinheiro, ê Sol vai se perder no mar
Mãe do mar viu sofrimento Que carrego na cantiga E estancou o movimento De toda forma de vida Avistei meu marinheiro Nos braços de Iemanjá Construí minha cidade Todinha em volta do mar (Teresa Cristina)
Lá onde o sol descansa Amarra sua luz no vento que balança No veio do horizonte o meio que arredonda Um caminho de paz Lá onde a dor não vinga Nem mesmo a solidão extensa da restinga Até aonde a vista alcança é alegria Um mundo de paz
Lá onde os pés fincaram alma Lá onde os deuses quiseram morar Lá o desejo lá nossa casa lá
Lá onde não se perde A calma e o silêncio nada se parece Nem ouro , nem cobiça, nem religião Um templo de paz
Lá onde o fim termina Descontinua o tempo o tempo que ainda Herança que deixamos do nosso lugar Um canto de paz (Ceumar)
Ontem fui à uma festa latina, despedida de Borja(espanhol) em casa de Laura. Me diverti um bocado, "dançando" salsa, merengue.. muitas pessoas bacanas e me estão fazendo muito bem... conheci a dois bolivianos muito bacanas e lembravamos sobre Santa Cruz e as imagens de minha juventude passava pela minha mente seguido por sorrisos e mais sorrisos.. "elay puej"... Algumas descobertas... primeiro gole de cognac (gostei! ^^), você pode durmir aonde for, vai acabar acordando em outro lugar..